O anúncio traz a mãe até a conversa. O que decide a matrícula é o que acontece dentro dela. Esse guia é a sequência do primeiro "oi" até a visita marcada — com as mensagens prontas pra copiar, o momento certo de mandar a ficha e o que fazer quando a pessoa some.
Se der pra guardar só uma coisa desse guia, guarda essa lista. Tira um print e deixa no celular.
Hoje a ficha vai logo na primeira mensagem e boa parte dos contatos não dá sequência. Faz sentido: quem acabou de mandar "oi, queria saber sobre matrícula 2027" ainda não sabe se quer essa escola — e receber um formulário de cara passa a sensação de estar sendo cadastrada, não atendida.
Invertendo a ordem, a ficha chega quando a pessoa já quer alguma coisa: garantir o horário da visita. Aí o preenchimento deixa de ser um obstáculo e vira o passo natural.
Seis passos, sempre na mesma ordem. Cada um tem uma função — pular um deles derruba a conversa no seguinte.
Tudo aqui é pra copiar e adaptar. Onde aparece [nome], [filho] ou [série], troque pela informação real — mensagem com colchete sobrando entrega que é copiada.
Três coisas em uma mensagem: recebe pelo nome, diz o que a Legacy é, e devolve uma pergunta.
"Olá, bom dia. Em que posso ajudar?" · "Oi, tudo bem? Segue o link do formulário de matrícula" · "Bom dia, as matrículas para 2027 já estão abertas. Valores no anexo."
As três matam a conversa pelo mesmo motivo: não tem nome, não tem gente e não tem pergunta.
Quatro informações: série · idade · escola de hoje e o motivo da procura · turno. Uma pergunta por mensagem, sempre comentando a resposta anterior antes de perguntar a próxima. O ano letivo a ficha já pergunta — não precisa gastar mensagem com isso.
Aqui a conversa deixa de ser genérica. Escolha um diferencial — o que responde exatamente o que ela falou no passo 2 — e mande. Falar de cinco coisas ao mesmo tempo não impressiona, confunde. Depois dessa resposta vai o material da escola, no fim desta página.
Depois de responder o que ela trouxe, mande o PDF com os diferenciais. É o material que ela abre com calma e mostra em casa à noite. Junto vão os turnos, a condição da tarde e o convite.
É pra isso que a conversa toda existe. No fluxo normal o convite já sai junto com o material, na última mensagem do passo 3 — enquanto o interesse está alto, não no fim da conversa. Daqui pra frente é só transformar o "sim" em dia e hora.
Não force o agendamento nem encerre a conversa. Ofereça a data aberta e deixe o próximo passo combinado: "Sem problema nenhum, [nome]. O próximo Portas Abertas é dia [data] — posso te avisar quando estiver chegando perto?" Um "pode" já é permissão pro follow-up.
A ficha entra depois do sim, e entra com um motivo claro: ela é o que garante o horário. Nunca mande o link solto, sem frase antes.
A visita não pode depender da ficha. Se em algumas horas ela não enviar, confirme do mesmo jeito e preencha os dados junto com ela na recepção, no dia. Perder uma visita por causa de um formulário é o pior desfecho possível.
"[nome], já deixei seu horário reservado do mesmo jeito 😊 Se não der pra preencher agora, a gente resolve aqui rapidinho quando vocês chegarem."
Nenhuma delas é um "não". Todas são pedidos de informação — o erro é responder seco e deixar a conversa morrer ali.
Sumir é normal — a mãe abriu a conversa no intervalo do trabalho e a vida engoliu. O que não pode é a gente sumir junto. Quatro toques, cada um com um assunto novo: "oi, tudo bem?" repetido não traz ninguém de volta.
É o contato mais quente que existe — ela já tinha dito sim. Chame no mesmo dia, sem cobrança:
"Oi, [nome]! A gente sentiu sua falta hoje 😊 Imagino que tenha aparecido alguma coisa — acontece. Quer que eu remarque pra [dia] no mesmo horário?"
Sem isso, a escola não sabe quais anúncios trazem quem realmente aparece — e o dinheiro da mídia continua sendo distribuído no escuro. Toda conversa vira uma linha na planilha, inclusive as que não foram pra frente.
Seis definições que faltam pra esse guia rodar sem improviso. Com elas, a gente atualiza as mensagens e ele vira o padrão da recepção.